Indústria do Amazonas acelera novos vetores de crescimento e reforça sinais positivos para 2026
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Indústria, logística e serviços ganham tração simultaneamente e colocam o Amazonas em um novo patamar de dinamismo econômico para 2026
Movimento crescente de cargas, fortalecimento da produção e aumento da confiança empresarial sinalizam um ambiente mais favorável para investimentos e geração de renda no estado
Balanço do PEA divulgado hoje pelo CIEAM aponta novos vetores positivos que reposicionam o Amazonas como um dos polos industriais mais resilientes e estratégicos do país.
Enquanto parte do país ainda busca tração, novos dados mostram que o Amazonas acelera vetores positivos de crescimento, com uma indústria mais ativa, serviços em expansão e logística fortalecida. Esse cenário foi apresentado em (06/01) pelo PEA (Painel Econômico do Amazonas), levantamento mensal do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), e indica tendência de avanço em produção industrial, logística, serviços e segmentos de maior valor agregado na região.
A economia do Amazonas fechou 2025 com sinais claros de fortalecimento estrutural, com a consolidação de novos vetores positivos de crescimento no estado. Os dados divulgados pelo PEA revelam um ambiente mais favorável para a indústria, os serviços e a logística, com reflexos diretos na atividade econômica regional.
Além disso, a produção industrial mostra retomada consistente em setores estratégicos,
ligados a bens de maior valor agregado, como eletroeletrônicos, informática, químico e termoplástico. O movimento reforça a percepção de que o Polo Industrial de Manaus (PIM) vem operando em nível elevado de atividade, sustentado por demanda interna, reorganização das cadeias produtivas e maior eficiência operacional. A indústria do Amazonas, portanto, não vem crescendo apenas em volume, mas também em complexidade produtiva.
Outro sinal positivo destacado no boletim é o fortalecimento da logística, com maior circulação de insumos e mercadorias, indicando cadeias produtivas mais ativas e bem abastecidas. A movimentação logística reforça o papel estratégico do Amazonas como hub industrial e logístico, mesmo em um cenário nacional ainda heterogêneo. Mais carga circulando significa mais produção, mais serviços e mais atividade econômica.
O setor de serviços segue em expansão, impulsionado diretamente pelo crescimento da atividade industrial. Transporte, logística, tecnologia, manutenção e serviços especializados aparecem como segmentos em crescimento, refletindo o efeito multiplicador da Zona Franca de Manaus sobre a economia local. Ao mesmo tempo que a indústria cresce, os serviços crescem junto — e isso já está acontecendo no Amazonas.
O PEA também reforça que o mercado de trabalho permanece em patamar elevado, o que sustenta o consumo e cria um ambiente favorável para o comércio e os serviços.
O cenário aponta para estabilidade econômica no curto prazo e manutenção do dinamismo regional.
Sobre o PEA
O Painel Econômico do Amazonas é uma análise da conjuntura econômica do Amazonas elaborada mensalmente pelo CIEAM com base em informações públicas de instituições como IBGE, Suframa, ComexStat e Abraciclo, além de utilizar dados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego. O principal dado disponível para análise é o IBCR-AM, número-índice publicado mensalmente pelo Banco Central como versão regionalizada do IBC-Br, a estimativa mensal do PIB brasileiro. O Banco Central compõe o IBCR-AM pelos resultados das pesquisas mensais efetuadas pelo IBGE, incluindo os principais setores da economia: Indústria, Comércio, Serviços e Agropecuária.
Sobre o CIEAM
O Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) é uma entidade empresarial com personalidade jurídica, ligada ao setor industrial, que tem por objetivo atuar de maneira técnica e política em defesa de seus associados e dos princípios da economia baseada na Zona Franca de Manaus (ZFM). Implementada pelo governo federal em 1967, com o objetivo de viabilizar uma base econômica no Amazonas e promover melhor integração produtiva e social entre todas as regiões do Brasil, a Zona Franca de Manaus é um modelo de desenvolvimento regional bem-sucedido que devolve aos cofres públicos mais da metade da riqueza que produz. Atualmente, são 600 empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). O estado do Amazonas tem 546 mil empregos, dos quais 130 mil são diretos do PIM e garantem a preservação de 97% da cobertura florestal do Amazonas. Encerrou 2024 com um faturamento de R$ 204 bilhões.