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WEG registra R$ 6,38 bilhões em 2025: alta de 5,5% no ano

A WEG encerrou o ano de 2025 com um lucro líquido de R$ 6,38 bilhões, alta de 5,5% em relação a 2024. A receita operacional líquida somou R$ 40,8 bilhões


Mas quarto trimestre apresentou recuo por menor demanda de projetos solares. A receita operacional líquida da WEG no quarto trimestre de 2025 foi de R$ 10,25 bilhões, redução de 5,3% ante o mesmo período no ano anterior.

Destaques para os reultados da WEG divulgados no final de fevereiro de 2026 é para o lucro líqido de R$ 6,38 bilhões em 2025, alta de 5,5% no ano, a receita teve crescimento de 7,4% no ano e soma R$ 40,8 bilhões, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, sigla em inglês) atingiu R$ 9 bilhões em 2025

A WEG encerrou o ano de 2025 com um lucro líquido de R$ 6,38 bilhões, alta de 5,5% em relação a 2024. A receita operacional líquida somou R$ 40,8 bilhões no ano, avanço de 7,4%, enquanto o Ebitda atingiu R$ 9,0 bilhões, crescimento de 5,8%.

No quarto trimestre, porém, a WEG registrou lucro líquido de R$ 1,59 bilhão, queda de 3,8% frente ao mesmo período de 2024. O Ebitda do quarto trimestre de 2025 foi de R$ 2,29 bilhões, recuo de 4,0% na comparação anual, com margem de 22,4%.

A receita operacional líquida da WEG no quarto trimestre de 2025 foi de R$ 10,25 bilhões, redução de 5,3% ante o quarto trimestre de 2024.

Segundo a companhia, a queda foi influenciada pela menor demanda em projetos de geração solar centralizada no Brasil e pela ausência de entregas relevantes no segmento eólico. Também justada pelos efeitos da consolidação dos negócios adquiridos, Volt Electric Motor, Reivax, Heresite e Tupi, a receita consolidada do trimestre apresentaria queda de 6,2% em relação ao 4quarto trimestre de 2024. No exterior, a conversão cambial também impactou os números: o dólar médio caiu de R$ 5,84 no quarto trimestre de 2024 para R$ 5,39 no quarto trimestre de 2025, desvalorização de 7,7%.

No trimestre, 62,1% da receita veio do mercado externo e 37,9% do mercado interno. A América do Norte respondeu por 47,1% da receita externa, seguida por Europa, com 27,5%, e Ásia-Pacífico, com 11,3%.

WEG mantém margem bruta e ROIC acima de 30% — A margem bruta da WEG alcançou 34,0% no 4T25, alta de 0,6 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior.

O retorno sobre o capital investido (ROIC) ficou em 32,5% nos últimos 12 meses, 1,7 ponto percentual abaixo do registrado um ano antes.

Caixa recua após dividendos — A WEG encerrou dezembro com caixa líquido de R$ 2,65 bilhões, abaixo dos R$ 4,61 bilhões registrados em dezembro de 2024.

O fluxo de caixa operacional somou R$ 6,45 bilhões em 2025, enquanto os investimentos consumiram R$ 2,91 bilhões. A companhia destinou R$ 5,38 bilhões ao pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio ao longo do ano.

No quarto trimestre, os investimentos totalizaram R$ 814,3 milhões, sendo 49,8% aplicados no Brasil e 50,2% no exterior, com foco em expansão e modernização de capacidade produtiva.

— Apresentamos desempenho saudável das margens operacionais e no retorno sobre o capital investido neste trimestre, reflexo do bom desempenho dos negócios de ciclo longo, aliado à manutenção da eficiência operacional de nossas unidades. A redução na receita é motivada principalmente pela menor demanda de projetos de geração solar, além do impacto da conversão cambial das receitas no mercado externo, devido à valorização do real no período.

No Brasil, observamos uma atividade industrial positiva, apoiada por projetos de ciclo longo e manutenção da demanda de produtos de ciclo curto. A redução da receita, quando comparada ao mesmo período do ano anterior, é motivada principalmente pela redução de receita proveniente dos negócios de geração solar centralizada e ausência de negócios de geração eólica nesse trimestre.

No mercado externo, apesar do desempenho da receita em reais ter sido impactado pela variação cambial, continuamos com um bom nível de entregas na área de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD), principalmente no negócio de transmissão & distribuição (T&D) na América do Norte, aliado a uma boa demanda na área de Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais (EEI) nas principais regiões onde atuamos.

Seguimos atentos ao cenário de instabilidade atual, com incertezas geopolíticas e volatilidade do comércio internacional, porém confiantes em nosso modelo de negócio, sustentado por uma visão de longo prazo, presença global e diversificação de produtos e soluções, fundamentais para nosso crescimento contínuo e sustentável— ressalta a administração da WEG, em nota.

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