Réplica virtual viva e dinâmica da infraestrutura urbana e hídrica integrada gera valor e escala de negócios
Por Cristiane Rubim
Edição Nº 139 - Março/Abril 2026 - Ano 24
Componentes e tecnologias digitais são decisivos para transformar a mobilidade urbana, que engloba carros e pessoas. A Bentley Systems utiliza um conjunto de soluções que conversam entre si. É sair de uma gestão reativa para uma gestão preditiva
Componentes e tecnologias digitais são decisivos para transformar a mobilidade urbana, que engloba carros e pessoas. A Bentley Systems utiliza um conjunto de soluções que conversam entre si. É sair de uma gestão reativa para uma gestão preditiva e inteligente. O monitoramento e a gestão realizados pelas tecnologias digitais fazem a diferença, em especial os gêmeos digitais, e trazem um pacote de soluções, vantagens e redução de custos tanto à infraestrutura urbana quanto hídrica. São benefícios financeiros, operacionais, ao cidadão e à resiliência das cidades.
Em um plano de investimentos de R$ 70 bilhões até 2029, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) conduz uma das maiores modernizações tecnológicas já realizadas por uma empresa de saneamento no mundo, destacando o Brasil globalmente. A Sabesp acelera a modernização com uso de ferramentas digitais, soluções inteligentes e tecnologias avançadas de tratamento que fortalecem sua infraestrutura.
Inovações que abrangem a instalação de hidrômetros inteligentes com Internet das Coisas no maior programa global de IoT do setor de saneamento; Inteligência Artificial (IA) na fiscalização de obras e detecção de vazamentos; soluções inéditas de atendimento digital; satélite; impressoras 3D para fabricar peças; sistemas de ultrafiltração da água; e carvão ativado em estações de esgoto para controle de odores.
Business cases
O Brasil tem ilhas de excelência, com cidades e concessionárias que são referência. “O cenário geral ainda é de grande oportunidade. O que vemos com frequência são investimentos em tecnologias pontuais – um centro de controle aqui, um sistema de semáforos inteligentes ali – que operam em silos e não conversam entre si. O gestor de mobilidade não tem acesso aos dados do saneamento, e vice-versa” – explica Eduardo Mendonça, engenheiro de aplicações da Bentley Systems.
Para ele, a verdadeira transformação vem da integração, observada já em estágio avançado em cidades como Singapura ou Helsinque. É exatamente este o foco com a Bentley iTwin. “A plataforma funciona como o tecido conectivo, a espinha dorsal que unifica todas essas fontes de dados díspares em um único gêmeo digital federado. Não exige que a cidade jogue fora os sistemas existentes; pelo contrário, ela os potencializa ao conectá-los” – menciona.
Segundo ele, o que já foi feito no Brasil é a prova de conceito. Foi provado que a tecnologia funciona e gera valor. “O próximo passo, e o grande desafio, é a escala. Nossa estratégia é pragmática: começar com um projeto piloto que resolva uma dor latente e tenha um retorno sobre o investimento claro e rápido. Ao provar o valor em um projeto de mobilidade urbana, por exemplo, criamos o business case para justificar a expansão do gêmeo digital para outras infraestruturas urbanas. É um caminho de crescimento orgânico, onde cada sucesso financia o próximo passo” – diz Mendonça.
Inteligente
Componentes e tecnologias digitais melhoram o fluxo e a eficiência do trânsito. “A verdadeira revolução na mobilidade não está em simplesmente adicionar mais sensores ou câmeras, mas, sim, em criar gêmeo digital de mobilidade – uma réplica virtual, viva e dinâmica de todo o ecossistema de transporte da cidade. É aqui que saímos da gestão reativa, que apenas apaga incêndios no trânsito, para uma orquestração preditiva e inteligente” – afirmam Pedro Cursino, gerente de contas, e Julio Issao, engenheiro de aplicações sênior, também da Bentley Systems.
Com softwares como o OpenPaths, a Bentley Systems oferece aos gestores urbanos, como a Superintendência de Mobilidade (Sumob), em Belo Horizonte (MG), um verdadeiro laboratório virtual. Segundo Cursino e Julio, os gestores urbanos podem responder a perguntas críticas antes de gastar um único real em asfalto: ‘Qual o impacto real de um novo polo comercial na Zona Sul?’, ‘Se criarmos uma nova ciclovia na avenida principal, como o fluxo de carros se comportará nos horários de pico?’. “Permitimos que os gestores urbanos simulem dezenas de cenários, otimizando o planejamento e garantindo que cada investimento traga o máximo de retorno em fluidez e qualidade de vida” – destacam.
Com a recente integração da Blyncsy, passa a oferecer camada de inteligência de dados em tempo real. “A tecnologia utiliza IA para analisar imagens de câmeras de trânsito, identificando padrões de movimento, classificando veículos e detectando anomalias nas condições da via. Com monitoramento contínuo, sem hardware adicional, alimentando o gêmeo digital com informações operacionais precisas para a otimização de semáforos e planejamento de manutenções” – discorrem Cursino e Julio.
Câmeras com IA
A Sabesp reduziu em 42% o tempo médio de recuperação das vias, evitando novos reparos e reduzindo impactos sobre o trânsito, ao utilizar câmeras com Inteligência Artificial que identificam reparos. A tecnologia substitui vistorias manuais e amplia a capacidade de fiscalização. Veículos operacionais da Companhia agora circulam equipados com estas câmeras que registram imagens das ruas analisadas por algoritmos de IA capazes de:
• Identificar desníveis, trincas e falhas na recomposição do pavimento;
• Detectar sinais superficiais de vazamentos;
• Analisar automaticamente a qualidade das obras;
• Classificar a gravidade das anomalias.
Eles citam o exemplo sobre a complexidade de uma grande estação, como as do Metrô de São Paulo. “Com o Legion Simulator, modelamos o comportamento humano, simulando como milhares de pedestres se movem, interagem e tomam decisões, permitindo-nos identificar e corrigir pontos de estrangulamento, otimizar a sinalização e planejar rotas de evacuação, garantindo não apenas a eficiência, mas a segurança e o conforto do passageiro. Testamos o design à exaustão no mundo virtual para que a experiência no mundo real seja impecável” – pontuam Cursino e Julio.
Quando a decisão de construir é tomada, o desafio é executar a obra com o mínimo de impacto. “É aqui que o Bentley Infrastructure Cloud brilha. Não é apenas modelo 3D, ele adiciona as dimensões de tempo (4D) e quantidades. Poder visualizar a construção de um viaduto dia após dia, otimizando a logística do canteiro para reduzir o tempo de interdição de uma via adjacente significa menos congestionamento, menos custos e menos frustração para o cidadão. É a engenharia trabalhando em harmonia com a cidade” – relacionam Cursino e Julio.
Gestão proativa
No setor de saneamento, o desafio é ainda mais profundo, diz Julio. “O nosso maior adversário é invisível: as perdas de água no subsolo. A digitalização é o principal vetor para garantir eficácia, efetividade e eficiência desta infraestrutura vital e alcançar sustentabilidade financeira. Nossa abordagem foca no gêmeo digital, que atua como um sistema nervoso para toda a rede de distribuição, tornando o invisível visível e gerenciável” – aponta.
Gerenciável por meio da réplica virtual precisa dos Sistemas de Abastecimento de Água (SAA) e dos Sistemas de Esgotamento Sanitário (SES), ou seja, das redes de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, estações elevatórias, Estações de Tratamento de Água (ETAs) e Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) para tomadas de decisão inteligentes baseadas em dados.
Modelagem hidráulica é a base dessa estratégia e aplicada pelo OpenFlows Water, para redes de distribuição de água; ou OpenFlow Sewer, para modelar redes de esgotamento sanitários. “As concessionárias podem modelar seus sistemas para analisar cenários, planejar expansões com segurança, garantir a resiliência da rede, simular o impacto de eventos climáticos extremos, identificar pontos vulneráveis a inundações e validar a eficácia de projetos de mitigação. Para uma cidade, significa gerenciar proativamente os riscos climáticos, protegendo cidadãos e patrimônios” – ressalta Julio.
Satélite
Na caça de vazamentos, são impressionantes os números do projeto piloto realizado na região da Consolação pela Sabesp. A Companhia utilizou imagens de satélite combinadas com Inteligência Artificial para identificar perdas de água em áreas de alta complexidade urbana e detectou:
• 81 vazamentos, contra 14 encontrados pelo método tradicional;
• Vazamentos profundos, silenciosos ou invisíveis à escuta humana;
• Umidade em profundidade de até 3 metros no subsolo.
As imagens detalhadas apontam áreas com possível perda. A IA cruza essas informações com a rede da Sabesp, indicando trechos prioritários com precisão de até 100 metros.
Plug & Play
Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, passa a ser referência nacional em inovação voltada ao combate de perdas e à confiabilidade do sistema e para replicação em outras regiões atendidas pela Sabesp com a instalação da primeira válvula Plug & Play das Américas, que traz controle inteligente e automático da pressão na rede de distribuição. O investimento é de cerca de R$ 300 mil e será aplicado em câmara pré-fabricada projetada para reduzir intervenções, acelerar o cronograma e trazer maior proteção ao equipamento.
Integrada ao sistema de gerenciamento de pressão, a válvula ajusta em tempo real os níveis de pressão de acordo com o consumo da população — reduzindo vazamentos quando a demanda cai e elevando a pressão quando necessário para manter o abastecimento estável.
Não se trata apenas da padronização da entrega dos serviços. “Este ecossistema tecnológico posiciona a Sabesp como referência em saneamento inteligente nas Américas, garantindo à população obras com qualidade superior, menor impacto urbano e durabilidade comparável aos melhores sistemas mundiais” – afirma Débora Pierini Longo, diretora-executiva de operação e manutenção da Sabesp.
Moderna e premiada
Integrando dados dos modelos hidráulicos, sistemas Scada, Sistemas de Informação Geográfica (GIS) e dados comerciais com IA e Big Data por meio do WaterSight, o Gêmeo Digital para redes da Bentley, a inteligência operacional transforma dados brutos dos sensores em insights operacionais. Um caso emblemático é o da Sabesp, que já conta com Gêmeos Digitais tanto para a rede de água quanto para a rede de esgoto na capital do Estado de São Paulo.
Vencedor do prêmio Going Digital Awards de 2024, o projeto Integra 4.0 da Sabesp trouxe transformação digital na gestão operacional do saneamento com ganhos expressivos:
• Redução de 29% nas perdas de água;
• Em sete meses, economia de R$ 3,1 milhões em manutenções corretivas;
• Diminuição de 30% nos serviços corretivos;
• Economia de 2.800 horas de trabalho em campo;
• Redução das emissões de carbono.
Fonte: Bentley Systems.
A transformação digital é um processo estruturado que redesenha a operação da Companhia para torná-la mais eficiente, sustentável e preparada para antecipar a universalização do saneamento. O objetivo da Sabesp é modernizar toda a sua infraestrutura, elevar a eficiência operacional e acelerar a universalização em todos os 375 municípios atendidos. “Colocamos tecnologia, parcerias e inovação a serviço da operação com planos de longo prazo que atacam as principais barreiras do setor. Estamos ampliando a análise de perdas, melhorando sistemas e usando a tecnologia para fortalecer a operação, sempre pensando no cliente” – afirma Denis Maia, diretor-executivo de clientes e tecnologia da Sabesp.
A Sabesp, uma das maiores empresas de saneamento do mundo e a maior do Brasil, atende 28 milhões de habitantes com fornecimento de água e coleta e tratamento de esgoto. Para rapidamente ampliar o acesso à água potável e ao saneamento à população paulista, a Companhia vai avançar cinco décadas em cinco anos e antecipar em quatro anos as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento com uso das novas tecnologias digitais na universalização.
100% digital
A implantação de 4,4 milhões de hidrômetros inteligentes no maior projeto de Internet das Coisas (IoT) aplicado ao saneamento do mundo, parceria da Sabesp com a Vivo, substituirá todos os medidores tradicionais por dispositivos que enviam informações de consumo automaticamente. Até 2026, a primeira cidade 100% digital será São José dos Campos; já, em 2029, São Paulo se tornará a primeira metrópole do mundo totalmente coberta por essa tecnologia. Numa rede que soma mais de 160 mil quilômetros, o equivalente a quatro voltas completas ao redor da Terra, o sistema reduzirá perdas, melhorará a transparência das contas e tornará a operação mais eficiente:
• Acompanhamento preciso do consumo, com informações atualizadas de hora em hora pelo aplicativo da Sabesp;
• Detecção ágil de vazamentos internos, evitando desperdícios e aumento inesperado na conta. Moradores poderão identificar rapidamente um vazamento dentro do imóvel e corrigi-lo, sem precisar aguardar a chegada da conta para perceber a alteração de consumo;
• Alertas de consumo elevado: o sistema envia notificações por SMS, aplicativo ou e-mail se o consumo estiver fora do padrão habitual;
• Não haverá mais necessidade de entrada do leiturista no imóvel;
• Elimina erros de leitura manual ou faturamento pela média em caso de dificuldade de acesso ao hidrômetro.
Superação
Segundo Cursino, os desafios são reais, e seria ingênuo ignorá-los. Ele agruparia os desafios em três grandes barreiras, que são exatamente as barreiras que as soluções da Bentley foram projetadas para superar. A primeira é o custo inicial. “Muitos gestores olham para a tecnologia como uma despesa. Nós a enxergamos como um investimento com ROI mensurável” – diz.
Na opinião dele, o verdadeiro custo, o custo da ineficiência, é muito maior. “Quanto custa para uma cidade 15% de sua água tratada perdida? Quanto custa um congestionamento diário em termos de produtividade e poluição? Ajudamos a construir o caso de negócio que mostra que a economia gerada pela tecnologia paga o investimento, muitas vezes, em menos de um ou dois anos” – enfatiza.
A segunda barreira é a complexidade e a integração. “As cidades já têm sistemas legados. A plataforma iTwin é aberta e agnóstica e foi feita para se conectar a diferentes formatos de dados e sistemas de terceiros. Não exigimos substituição completa; integramos o que já existe, protegendo o investimento já feito pelo cliente” – explica.
A terceira é a capacitação técnica. “Não adianta ter a melhor ferramenta se a equipe não sabe como usá-la. Por isso, na Bentley, não nos vemos como simples fornecedores de software, mas como parceiros na jornada de transformação. Investimos pesado em treinamento, certificação e suporte contínuo para garantir que a equipe do cliente possa não apenas operar a tecnologia, mas extrair o máximo de valor dela, inovando em seus próprios processos” – reforça Cursino.
Financeiro e operacional
Principais vantagens e redução de custos que as tecnologias digitais, em especial os gêmeos digitais, trazem para a infraestrutura urbana. No final do dia, tudo se resume ao valor gerado. Os benefícios podem ser divididos em duas categorias.
Primeiro, os benefícios financeiros e operacionais diretos. “Estamos falando de otimização de até 10% no custo de capital (Capex) de novas obras, pois o planejamento e a engenharia são feitos de forma muito mais precisa. Há também redução significativa no custo operacional (Opex), em alguns casos, chega até 60%, pois a manutenção passa do modelo caro e reativo para o preditivo e programado, evitando o que todo gestor de infraestrutura mais teme: as paradas forçadas, em que toda a infraestrutura para de funcionar para ações de manutenções pesadas e onerosas. Imagine o prejuízo para a concessionária e a população de uma ponte interditada por meses!” – relatam Cursino e Julio.
Cidade e cidadão
Segundo, são os benefícios ao cidadão e à resiliência da cidade. “Menos tempo perdido no trânsito, mais segurança em grandes eventos e no transporte público e menos transtornos com obras que terminam mais rápido. Uma cidade que responde melhor a eventos climáticos extremos, prevenindo inundações e colapsos. É uma gestão pública que se torna mais transparente, eficiente e que entrega qualidade de vida visivelmente melhor” – contam.
No fundo, a proposta de valor da empresa é esta: “Fornecemos as ferramentas para que os gestores possam construir o futuro da infraestrutura hoje. Um futuro mais inteligente, seguro, sustentável e que serve melhor a todos nós” – destacam Cursino e Julio.
Por WhatsApp
A Sabesp se tornou a primeira utility do mundo a dispor de pagamento de contas de água pelo WhatsApp. O sistema de atendimento pelo WhatsApp da Companhia usa Inteligência Artificial Generativa, que interpreta o contexto das perguntas, oferece respostas mais naturais e acelera a resolução de problemas.
Números da ação:
• Em apenas quatro meses, o canal realizou 8 milhões de atendimentos e mais de 1,2 milhão de pagamentos.
Os clientes podem obter segunda via; reportar falta d’água; pagar a conta por Pix, aderir ao Pix Automático ou cartão; e receber avisos personalizados. O novo App Sabesp Mobile traz navegação simplificada, inteligência e mais facilidades ao cliente.
Impressão 3D
Na Oficina da Inovação, a Sabesp utiliza impressoras 3D para fabricar peças que antes precisariam ser importadas ou produzidas sob encomenda, fortalecendo sua autonomia operacional. Esta iniciativa reduz custos, encurta prazos e acelera a manutenção, garantindo maior continuidade à operação. Além disso, evita paralisações e proporciona reposição rápida de componentes críticos em equipamentos que já não contam com peças disponíveis no mercado.
A impressão 3D está trazendo resultados expressivos:
• Uma bobina elétrica de disjuntor industrial que custaria cerca de R$ 11 mil e levaria três semanas para chegar ao Brasil foi impressa internamente em apenas três dias por R$ 3.300;
• Com um anel de vedação de grande porte ocorreu o mesmo. Seu valor de mercado era de R$ 85 mil, mas que pôde ser produzido pela equipe por R$ 8 mil, utilizando materiais de alta resistência.
Portáteis
A instalação de estações de tratamento portáteis e de ultrafiltração também faz parte das ações. A Sabesp implantou em Itapecerica da Serra e Embu-Guaçu novas Estações de Tratamento de Água (ETAs) construídas com sistemas modulares, instaladas em apenas um mês e equipadas com membranas de ultrafiltração —, que garantem maior eficiência na remoção de partículas, turbidez, vírus e bactérias.
Com as novas ETAs:
• A capacidade de tratamento aumentou em 50 L/s;
• A operação se tornou mais rápida e segura;
• O sistema Guarapiranga e o Alto Cotia foram desafogados;
• A água tratada passou a atender mais regiões vulneráveis.
Como parte do Plano Verão que a Sabesp preparou para atender à alta temporada nas praias paulistas, outras duas estruturas iguais estão sendo instaladas em Ubatuba e em Caraguatatuba, no Litoral Norte.
96% menos odores
Para melhorar o conforto da população e diminuir o impacto das operações, a Sabesp implementou como solução sustentável o carvão ativado, que reduz em 96% odores em Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) do Litoral Norte. Os filtros de carvão ativado foram utilizados nas Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) de São Sebastião e Caraguatatuba. Diante dos resultados, o sistema será expandido para outras unidades do Litoral Norte e de regiões metropolitanas. Os filtros de carvão ativado:
• Dispensam produtos químicos, energia elétrica e intervenções complexas;
• Reduzem 96% do odor e há menor risco de gases perigosos;
• Ampliam a segurança operacional e a manutenção é simples com troca anual.
Contato das empresas
Bentley Systems: www.bentley.com
Sabesp: www.sabesp.com.br