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Naturgy lança chamada pública para interconexão de plantas de biometano ao sistema de distribuição

Iniciativa reafirma compromisso da Companhia com a transição energética e a descarbonização no Brasil


A Naturgy lançou, na segunda-feira (2), a primeira chamada pública de 2026 para interconexão de plantas de biometano ao sistema de distribuição no estado de São Paulo. A iniciativa integra a estratégia da companhia de ampliar a participação do gás natural renovável nas redes de distribuição, promovendo uma matriz energética mais limpa e sustentável. O prazo para envio das propostas vai até o dia 3 de abril deste ano.

O edital completo e as orientações para participação estão disponíveis em: https://www.naturgy.com.br/chamadapublica/ .

O objetivo do edital é estimular a produção e a oferta de biometano, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa e para a valorização econômica de resíduos orgânicos urbanos, industriais e agropecuários. Ao incentivar o aproveitamento energético desses resíduos, a companhia fortalece a economia circular e apoia o desenvolvimento sustentável no estado.

"O lançamento da chamada pública em São Paulo reafirma o protagonismo da Naturgy na transição energética. A interconexão de plantas de biometano ao sistema de distribuição é uma solução estratégica para avançarmos na descarbonização, isso porque a iniciativa viabiliza projetos voltados à produção de biometano a partir de resíduos orgânicos, como os provenientes dos setores sucroenergético, de aterros sanitários e de estações de tratamento de esgoto, ampliando, assim, os benefícios ambientais ao fomentar o aproveitamento energético desses materiais e contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa", destaca o diretor de Regulação da Naturgy Brasil, Rafael Miranda Lima

Perspectivas para o setor

De acordo com estudo realizado pela FIESP/SEMIL, o potencial alavancador de curto prazo de produção de biometano proveniente dos setores sucroenergético e de aterros no estado é estimado em 6,4 milhões de metros cúbicos por dia (m³/dia), demonstrando a capacidade do território paulista de contribuir de maneira expressiva para a expansão dessa fonte energética renovável.

Luís Felipe Pio <mariana@qnoticia.com.br>

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