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Dia Mundial da Eficiência Energética demonstra a necessidade de repensar a forma como a energia é utilizada

Pesquisa global da Schneider Electric revela que 86% dos consumidores priorizam a eficiência energética em suas residências e 45% já adotaram medidas


O Dia Mundial da Eficiência Energética, celebrado em 5 de março, demonstra a necessidade de repensar a forma como a energia é utilizada em um contexto marcado por aumento da demanda elétrica, rápida digitalização da economia e compromissos globais de descarbonização. No Brasil, onde cerca de 89% da eletricidade são geradas a partir de fontes renováveis, o desafio passa não apenas por ampliar a oferta, mas por garantir que a eletricidade seja servida de maneira eficiente, resiliente e sustentável. O Índice Internacional de Eficiência Energética de 2025 da American Council for an Energy-Efficient Economy (ACEEE), que classifica os 25 países com maior consumo de energia com base em suas políticas e desempenho em eficiência energética, traz o Brasil na 20ª posição.

Além disso, segundo a International Energy Agency (IEA), a geração de eletricidade nas redes precisará avançar 61% entre 2023 e 2040 para atender ao incremento da demanda global - movimento impulsionado pela digitalização, eletrificação de processos produtivos e expansão de infraestruturas intensivas em energia, como data centers. A tendência é de que essa dinâmica se intensifique à medida que a transformação digital se aprofunda. 

Uma pesquisa global conduzida pela Schneider Electric aponta que 86% dos consumidores globais consideram a eficiência energética a principal prioridade em suas residências, e 45% já adotaram medidas concretas, como a substituição de lâmpadas convencionais por LED, para reduzir consumo e custos. Os resultados desse levantamento revelam que a eficiência evoluiu de uma agenda técnica para um vetor de decisões práticas, acentuando a exigência de soluções digitais e infraestrutura energética mais inteligentes e integradas.

Nessa conjuntura, a eficiência energética consolida-se como um dos principais habilitadores da transição energética. O uso de soluções digitais, monitoramento contínuo e inteligência aplicada à gestão do consumo permite às organizações antecipar falhas, aprimorar a performance operacional e diminuir custos, além de viabilizar suas metas de sustentabilidade.

Integração entre eletrificação, automação e digitalização 

A Schneider Electric atua globalmente para apoiar essa transformação com soluções que tornam o uso da energia mais eficiente em indústrias, edifícios, data centers e infraestruturas críticas. No Brasil, a parceria da companhia com a Cencosud Brasil, por exemplo, utilizou a plataforma EcoStruxure Resource Advisor para controlar e otimizar o gasto energético em lojas do grupo, resultando em uma economia de 3.840 MWh de eletricidade e redução de 568 toneladas de CO2, bem como na queda de 98% no consumo do sistema de climatização fora do horário de funcionamento, demonstrando o potencial das soluções digitais para amplificar a eficiência energética das operações.

Iniciativas globais da Schneider Electric mostram que a transição energética deve combinar tecnologia, inovação e colaboração para gerar impacto em escala. Globalmente, produtos, softwares e serviços da companhia já ajudaram clientes a evitar mais de 862 milhões de toneladas de emissões de CO2. Como parte de sua estratégia global, a Schneider Electric estabeleceu a meta de economizar ou eletrificar 1,5 bilhão de MWh de energia por meio de suas soluções até 2030, evidenciando como tecnologias de eficiência energética podem contribuir de forma concreta para a agenda climática e econômica”, afirma Karolina Gutiez, gerente Sênior de Comunicação, Relações Institucionais e Sustentabilidade da Schneider Electric na América do Sul.

De acordo com Gutiez, resultados recentes do programa Schneider Sustainability Impact (SSI) comprovam essa diretriz. Entre 2021 e 2025, a companhia mobilizou sua cadeia de suprimentos e já alcançou 56% de redução nas emissões operacionais de CO2 entre seus principais fornecedores, assim como fomentou iniciativas que contribuem para uma transição energética mais inclusiva e sustentável. “A eficiência energética é um dos caminhos mais rápidos para acelerar a descarbonização e construir sistemas energéticos mais resilientes e preparados para o futuro”, acrescenta.

Fabio Pinheiro <fabio.pinheiro@rpmacomunicacao.com.br>

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